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Agência ou equipe própria
Quando a equipe própria é melhor, e quando não é
Comparação honesta em cinco itens: pessoas, acesso a canais, tempo, controle, risco. Não somos a única resposta certa, e dizemos exatamente onde.
Comparação
Cinco itens pelos quais se calcula
| In-house | Polarix | |
|---|---|---|
| Pessoas | Conta, comprador por fonte, analista, produção: quatro a seis salários desde o primeiro mês | Comissão sobre o orçamento, equipe já montada |
| Acesso aos canais | Whitelist e blacklist começam do zero; os primeiros flights pagam pelos erros alheios | Canais e preços em 59 países já verificados |
| Tempo até o primeiro resultado | Três a seis meses: contratação, rastreamento, certificações, primeiros testes | Plano de mídia em 48 horas, primeiros depósitos no primeiro mês |
| Controle e dados | Total: tudo dentro da empresa | Contas e rastreador na sua empresa, relatório linha a linha, contrato com recusas |
| Risco | A saída de um comprador para uma fonte | Equipe por vertical, substituição sem pausa; dependência do fornecedor |
Com franqueza
Quando a equipe própria ganha
Se o orçamento de compra passa com consistência de US$ 300.000 por mês numa vertical e numa região, a equipe própria sai mais barata que a comissão. Se o produto vive num país e numa fonte, a agência é excesso. Pegamos esses projetos para uma auditoria curta e dizemos isso na cara.
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